E qual é o teu clássico preferido?
Confesso que me rendi aos clássicos.
A minha evolução como ser humano levou-me a experimentar a música clássica.
À medida que fui aprendendo alguma coisa sobre música, como músico muito amador que sou, fui notando que o que eu andava a ouvir não me preenchia o espírito como seria desejável. Quando punha Pearl Jam, The Strokes, Alice in Chains ou qualquer outra coisa contemporânea no meu leitor de CDs sentia um vazio que as composições destes autores, por muito meritórias que de facto são, não conseguia ocupar.
Oscar Wilde (para os mais distraídos, um escritor e dramaturgo irlandês) dizia nos seus tempos que "Toda a arte é inútil" no prefácio de "Um retrato de Dorian Gray". Esta afirmação é a conclusão que Oscar Wilde tira de uma lista grande de argumentos, todos muito válidos, mas com a qual não concordo.
Porquê? Porque acho eu a arte útil?
Aprendi a 'manipular' o meu estado de espírito com a arte dos clássicos, algo que não consigo com os contemporâneos (por contemporâneos entenda-se o estilo, não o autor). Sirvo-me da música de Beethoven, da sua dinâmica e energia, para me acordar, da música mais melódica de Mozart para me inspirar, da de Johann Sebastian Bach para me alegrar e do dueto das flores de Leo Delibes para me acalmar.
Só para me energizar consigo recorrer aos contemporâneos e para nada mais, sem contar com o cantarolar no carro ou o pézinho de dança numa discoteca.
Para os não iniciados recomendo algumas obras:
Dueto das Flores - Leo Delibes
2º Andamento da 9ª Sinfonia - Beethoven
2º Andamento da 7ª Sinfonia - Beethoven
1º Andamento da 6ª Sinfonia - Beethoven
1º Andamento da 5ª Sinfonia - Beethoven
Eine Kleine Nachtmusik - Mozart
Missa em Si Menor - Johann Sebastian Bach
4º Andamento da Sinfonia do Novo Mundo - Antonin Dvorak
E muito e muitos mais, que aqui não referirei.
Até à próxima e como falamos da arte,
"Quem parte e reparte e fica com a pior parte, ou é tolo ou não sabe da arte."
A minha evolução como ser humano levou-me a experimentar a música clássica.
À medida que fui aprendendo alguma coisa sobre música, como músico muito amador que sou, fui notando que o que eu andava a ouvir não me preenchia o espírito como seria desejável. Quando punha Pearl Jam, The Strokes, Alice in Chains ou qualquer outra coisa contemporânea no meu leitor de CDs sentia um vazio que as composições destes autores, por muito meritórias que de facto são, não conseguia ocupar.
Oscar Wilde (para os mais distraídos, um escritor e dramaturgo irlandês) dizia nos seus tempos que "Toda a arte é inútil" no prefácio de "Um retrato de Dorian Gray". Esta afirmação é a conclusão que Oscar Wilde tira de uma lista grande de argumentos, todos muito válidos, mas com a qual não concordo.
Porquê? Porque acho eu a arte útil?
Aprendi a 'manipular' o meu estado de espírito com a arte dos clássicos, algo que não consigo com os contemporâneos (por contemporâneos entenda-se o estilo, não o autor). Sirvo-me da música de Beethoven, da sua dinâmica e energia, para me acordar, da música mais melódica de Mozart para me inspirar, da de Johann Sebastian Bach para me alegrar e do dueto das flores de Leo Delibes para me acalmar.
Só para me energizar consigo recorrer aos contemporâneos e para nada mais, sem contar com o cantarolar no carro ou o pézinho de dança numa discoteca.
Para os não iniciados recomendo algumas obras:
Dueto das Flores - Leo Delibes
2º Andamento da 9ª Sinfonia - Beethoven
2º Andamento da 7ª Sinfonia - Beethoven
1º Andamento da 6ª Sinfonia - Beethoven
1º Andamento da 5ª Sinfonia - Beethoven
Eine Kleine Nachtmusik - Mozart
Missa em Si Menor - Johann Sebastian Bach
4º Andamento da Sinfonia do Novo Mundo - Antonin Dvorak
E muito e muitos mais, que aqui não referirei.
Até à próxima e como falamos da arte,
"Quem parte e reparte e fica com a pior parte, ou é tolo ou não sabe da arte."
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