TRÂNSITO: porquê?
É indiferente… Não interessa a que horas eu saia de casa ELE está sempre lá! Tento enganá-LO, saio mais cedo, saio mais tarde, faça chuva, faça sol; não adianta tentar fugir… ELE apanha-me sempre!
A verdade é que não compreendo a SUA génese… Surge do nada (é quase como as Cabritas da Alexandra Solnado, que “Criam a partir do Nada!” – vale a pena espreitar os grandiosos “ESTE JESUS CRISTO QUE VOS FALA!” – volumes 1 e 2), e do nada desaparece! É este o milagre a que eu assisto todos os dias na A5 (se calhar o próprio milagre é o causador do TRÂNSITO, pois toda a gente acorre a assistir… e lá vem o enorme Ciclo Vicioso!) mesmo sem pagar bilhete, nem sendo muito crente nestas coisas dos milagres; no entanto são como as bruxas… ELES EXISTEM!
O processo é o seguinte: vou a andar bem (leia-se velocidades aceitáveis [sempre dentro dos limites permitidos por lei]) até que começo a ver o carro da frente a travar e eu a aproximar-me perigosamente; nessa altura também eu ponho o pé no travão para evitar a colisão; a partir daí começa um pára-arranca que nunca se sabe quanto tempo demora; mas não é um pára-arranca qualquer: quando arranca anda-se durante 1 ou 2 minutos… depois pára-se outra vez!; não é como o clássico pára-arranca de avançar um carro de cada vez… PORQUÊ?... esta é a questão para a qual não consigo obter resposta; e para terminar, chegando a determinado ponto, arranca novamente, mas desta feita para não mais parar até um novo obstáculo (normalmente é um sinal luminoso… mas nesses casos eu percebo o PORQUÊ da formação de filas…).
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